11 abril 2019

FUGINDO DAS ARMADILHAS DA COMPARAÇÃO | ERICA GOMES

foto | Pixabay

Oi gente, turu bom? Eu me chamo Erica, e sou uma das convidadas da Clei, pra dar vida ao projeto de post todos os dias aqui no blog. Confesso que foi um tanto desafiador encontrar algum conteúdo que fosse interessante e instigante ao mesmo tempo. Estudei o acervo do blog do começo ao fim e já estava me sentindo meio desmotivada achando que não seria capaz de criar algo à caráter, vendo taaaantos conteúdos bacanas por aqui.

Desde que me entendo por gente, sempre fui alguém que buscou dar o melhor de si em tudo que fazia, só que ao longo do tempo fui notando que isso foi deixando de ser saudável e se tornou uma tortura. Comecei a me pegar deixando de fazer coisas que eu gostaria, justamente por achar que não conseguiria fazer com que saíssem tão perfeitas assim... 

Percebi também que isso foi se alimentando por conta do fato absurdo de rotineiramente ficar comparando o meu eu com o de outras pessoas. E você? Já se pegou fazendo isso também? Constantemente somos alvos da crueldade de nossos próprios pensamentos e nos deixamos levar pela auto sabotagem que criamos com eles. Sabe aquele tal do “a grama do vizinho parecer ser mais verde”? Se encaixa perfeitamente no contexto. Quantas vezes nós usamos a vida do outro, as conquistas do outro e os projetos do outro como um termômetro pra nossa própria vida, ações e projetos enquanto poderíamos usá-los para simplesmente se inspirar?

A comparação constante diminui a autoestima e faz com que uma pessoa se sinta insatisfeita consigo mesma. Temos que primeiramente levar em conta que isso vem a se tornar um bloqueio pra nossa própria evolução, já que se torna injusto, sendo que cada indivíduo tem suas particularidades e uma bagagem própria na viagem da vida. Somos seres únicos, incomparáveis e cada um tem seu próprio tempo e ritmo (oque não nos torna melhores, nem piores que ninguém). As conquistas de alguém não diminuem as nossas e muito menos o modo em que esse alguém leva a vida nos torna menores por sermos diferentes.

A partir do momento que eu paro de olhar pro outro e começo a olhar pra mim, tudo começa a fazer sentido. Afinal, como vou evoluir como pessoa se meu olhar está exclusivamente focado em algo que não me pertence? Precisamos aprender a nos enxergar por dentro e assim sermos mais gentis, pois quando coloco isso em prática consigo ressignificar aquilo que EU TENHO resgatando todo o potencial que há em mim. Que tal praticar a empatia consigo hoje?

2 comentários:

  1. Que coisinha mais linda 💟 eu estava muito ansiosa pro meu post sair 😍

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